City muda por fora e estreia versão Hatch RS
Honda promove mudanças no desenho do modelo, amplia a lista de equipamentos e coloca no mercado brasileiro uma nova configuração
, atualizado
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A Honda atualizou novamente a família City. Para a linha 2027, o fabricante promove mudanças no desenho, amplia a lista de equipamentos e coloca no mercado brasileiro uma nova configuração do Hatchback: a RS, que passa a ser a versão mais cara da linha e aposta em uma aparência mais esportiva.
A atual geração do City chegou ao Brasil em 2022, trazendo pela primeira vez o Hatchback produzido no país ao lado do tradicional Sedan. Três anos depois, o modelo recebeu seu primeiro facelift. Agora, a Honda faz uma nova intervenção, concentrada principalmente na dianteira.
Os faróis são novos e passam a utilizar tecnologia Full LED em todas as versões. O conjunto tem DRL dividido e iluminação principal BiLED, com um único projetor responsável pelos fachos baixo e alto. Nas configurações Touring e RS, uma barra de LED une visualmente os dois faróis.
O desenho do para-choque também mudou. Uma moldura na cor da carroceria atravessa a parte superior da dianteira e incorpora o novo logotipo Honda em duas dimensões. O elemento ajuda a criar visualmente um capô mais comprido. A grade superior, por sua vez, adotou desenho de colmeia.
É uma mudança que deixa o City com uma aparência mais encorpada sem alterar completamente a identidade do carro. A Honda inclusive relaciona essa solução visual ao novo Prelude, principalmente pela maneira como a dianteira transmite a impressão de um capô mais longo.
A novidade está no RS
A principal novidade da linha é o City Hatchback RS. E aqui é importante deixar claro: não houve uma transformação mecânica. O RS utiliza o mesmo conjunto 1.5 flex e câmbio CVT das demais versões.
O teto é preto, assim como as capas dos retrovisores, a antena e o spoiler traseiro. As rodas de 16 polegadas recebem acabamento preto com verniz escurecido, enquanto os emblemas RS identificam a versão.
Na cabine, o tratamento segue a mesma receita: teto preto, costuras vermelhas e pedaleiras de alumínio. É uma versão para quem quer um City com aparência mais agressiva, mas sem abrir mão da proposta de uso cotidiano do modelo.
mesmo Motor
Na mecânica, a Honda não alterou a fórmula. O City continua equipado com o motor 1.5 flex de quatro cilindros, aspirado, com injeção direta, comando i-VTEC e sistema VTC.
A potência máxima é de 126 cv com etanol ou gasolina. O torque é de 15,8 kgfm com etanol e 15,5 kgfm com gasolina, sempre a 4.600 rpm.