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Ao aceitar a denúncia oferecida pelo Ministério Público, o juiz Lúcio Alberto Eneas da Silva Ferreira, da 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, acolheu um pedido da promotoria e determinou a abertura de um novo inquérito contra o influenciador.
A investigação deve apurar se Hágara lidera uma milícia privada, destinada a praticar atos semelhantes aos registrados no caso das flanelinhas.
O caso deve ficar com a DIG (Delegacia de Investigações Gerais), que vai apurar se há uma "associação estável" de indivíduos com o mesmo fim, como exige a lei para caracterização deste crime.