Grupo discute riscos da falsificação de produtos na cadeia produtiva do agro
, atualizado
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O avanço de oferta e compra de produtos falsos alcança as cadeias produtivas como a do agronegócio e a sofisticação das falsificações torna mais difícil reconhecer itens irregulares e reforça a importância do controle das empresas sobre insumos e fornecedores.
O tema foi discutido nesta terça-feira (22), durante encontro do World Trade Center (WTC) Ribeirão Preto Business Club, em Ribeirão Preto, que reuniu empresários e lideranças regionais.
Adriano Mellega, promotor de Justiça do Estado de São Paulo e especialista na investigação e repressão de fraudes envolvendo agrotóxicos, e Felipe Póvoa, diretor de Vendas e Operações da TOTVS S.A, participaram do evento.
Mellega destacou que a evolução do crime tornou mais complexa a diferenciação entre determinados produtos irregulares e os originais.
"A pirataria não está apenas naquela mercadoria falsificada facilmente reconhecida. Ela pode chegar à empresa por diferentes caminhos, como insumos, equipamentos, notas fiscais ou fornecedores. Quando não existe um acompanhamento estruturado desses riscos, o problema pode crescer silenciosamente e ser percebido apenas quando já trouxe consequências", afirma.