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Em nota, a assessoria de imprensa da CHC afirmou que as inconsistências identificadas pelo Metrópoles foram provocadas por falha de um sistema do governo federal para registro de microchips animais, chamado de SinPatinhas. "Todos os procedimentos apontados possuem documentação física comprobatória, assinada pelos tutores dos animais atendidos. Em razão de dificuldades de acesso ao Gov.br por parte da população, alguns registros não foram concluídos corretamente no sistema, situação que está sendo regularizada e já se encontra em fase final de correção", explica.
A entidade negou ter recebido por procedimenos não realizados. "A CHC ressalta que os pagamentos dos serviços são realizados diretamente pelo sistema Transferegov aos prestadores, mediante comprovação da execução. A associação não recebe recursos para posterior repasse. Além disso, procedimentos com registros inconsistentes não são pagos", completa.
Por fim, a CHC destaca que as apurações não têm relação com a unidade veterinária municipal de Ribeirão Preto. "Nos primeiros 28 dias de operação, a unidade realizou 1.463 atendimentos, beneficiando 972 tutores e seus animais", conclui.