Compartilhar notícia
Bruna Duarte, mãe da menor Melissa, de 9 anos, conta que fez o requerimento administrativo para conseguir o benefício social LOAS, que paga um salário mínimo, em 15 de agosto de 2022. À época, o pedido foi negado pelo INSS, mas depois acabou revertido por um pedido administrativo feito por ela mesma o INSS.
Em 27 de junho de 2023 foi celebrado um contrato de empréstimo consignado junto ao Banco C6 Consignado S.A, documento assinado por ela como represente da filha. Houve a liberação de R$ 18.257,40, com valor total a ser pago de R$ 35.532,00, parcelado em 84 prestações mensais de R$ 423,00, com descontos diretos no benefício previdenciário da menor, a partir de agosto de 2024.
Bruna afirmou que, com a decisão judicial, espera que sobre mais dinheiro para os tratamentos da filha, portadora de deficiência com comprometimento mental e físico, além de autismo. A mãe da menor não possui renda formal, e o benefício assistencial é a única fonte de sustento do núcleo familiar. "O valor do empréstimo corresponde a quase um terço da renda mensal da família, comprometendo a sobrevivência da minha filha".