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Mesmo com a possibilidade de novas receitas com o Refis, as secretarias de Ribeirão receberam ordem para cortar até 15% dos gastos até o final do ano e suspensão de novas contratações de obras ou serviços.
Oficialmente, entretanto, a Prefeitura descarta contingenciamentos e que "não há previsão de cortes de serviços públicos, paralisação de obras ou suspensão de atividades programadas em decorrência desse cenário" e que as ações das secretarias seguem conforme o planejamento estabelecido, com atenção especial à manutenção dos serviços essenciais à população.
As principais áreas do orçamento têm execução elevada e pouca margem para cortes. Na Saúde, a secretaria havia liquidado R$ 759,3 milhões até agosto, com R$ 714,6 milhões pagos. A Educação registrava R$ 653,8 milhões liquidados e R$ 592,2 milhões pagos. Somadas, as duas áreas concentravam cerca de R$ 1,413 bilhão em despesas liquidadas.