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O PIC não foi único projeto paralisado pela Secretaria de Cultura de Ribeirão. O Cultura Livre, que oferecia a crianças e adolescentes atividades em cinco centros culturais da cidade, também ficou sem aulas por praticamente um ano por falta de profissionais.
A Secretaria decidiu encerrar no final do ano passado os contratos com as empresas que forneciam professores para oficinas de violão, teclado, circo, danças urbanas e artes visuais em espaços como o CEU das Artes, o Centro Cultural Palace, e os bairros Campos Elíseos, Quintino e Vila Tecnológica.
ONG
A pasta abriu um chamamento público para firmar uma parceria com uma OSC (Organização da Sociedade Civil) e repassar a ela as atividades. A Associação Maori foi a vencedora do processo de seleção e abril apenas em agosto as inscrições para formação de novas turmas para as oficinas do programa.