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Contratado sem licitação em Ribeirão Preto, o fornecimento de uma plataforma para gestão de editais culturais foi licitado pela Prefeitura de Itapevi, cidade de 232 mil habitantes que fica na Grande SP. A Gorki Gestão chegou a vencer o processo na fase de preços, mas foi desclassificada do pregão por falta de capacidade técnica.
Para prestar o serviço na região metropolitana de São Paulo, a empresa apresentou uma proposta de cerca de R$ 40 mil, preço quatro vezes menor que o do acordo com a Secretaria de Cultura de Ribeirão.
A Gorki chegou a contestar judicialmente a exclusão do processo em Itapevi, alegando que prefeituras como Pontal e Guariba teriam atestado sua capacidade técnica, mas a documentação foi considerada insuficiente pela Justiça, já que tratavam de "assessoria em projetos culturais" não de desenvolvimento de software, como exigia o edital.