Para Conpacc, situação denota omissão da prefeitura

, atualizado

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No entender do presidente do Conpacc, Lucas Pereira - que deixa o cargo neste mês - a situação retrata omissão administrativa e atraso no restauro. "São quase dez anos de portas cerradas, uma década de abandono que atravessou três gestões municipais e transformou o que era para ser um processo de recuperação em um símbolo de inércia".

"A decisão do Supremo Tribunal Federal foi clara: o Município de Ribeirão Preto tem o dever de preservar e restaurar os Museus Histórico e do Café, sem poder se esconder atrás de argumentos de conveniência administrativa, impacto orçamentário ou discricionariedade política. Mesmo assim, a realidade concreta segue a mesma: o complexo museológico permanece fechado há quase dez anos, sem reabertura e sem resposta efetiva do poder público", avalia.

Segundo o Conpaccc, o contrato administrativo ligado ao projeto de restauro e revitalização do complexo museológico, venceu em maio de 2025 e não foi renovado, interrompendo a tramitação técnica e empurrando o caso para mais atraso. A informação foi divulgada com exclusividade pelo Jornal Ribeirão em março de 2026.