Defesas insistem em julgamento presencial

, atualizado

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Apesar de previsto para ser retomado a partir de fevereiro, no plenário virtual do STF, o julgamento sobre as interceptações da Sevandija ainda pode sofrer alterações. Isso porque as defesas dos réus ainda tentam levar o caso para o plenário físico do tribunal.

O pedido foi feito ao relator do processo na corte, ministro Nunes Marques, antes mesmo do pedido de vistas de Gilmar Mendes. Como o julgamento foi suspenso, o pedido de análise presencial não foi sequer analisado.

Assim que o processo for "devolvido", advogados de réus que insistem na decretação de nulidade das escutas telefônicas devem apresentar novos pedidos de exclusão do caso da pauta virtual. Em caso de recusa do pedido pelo relator, as defesas podem recorrer à turma.

Se o pedido for acatado, o processo da Sevandija entra em uma "fila" de processos a serem analisado no plenário físico, sem data para julgamento.

Se o julgamento virtual for mantido, ele será retomado com o voto de Mendes e um prazo de 10 dias para queos demais ministros da turma - Dias Toffoli, Luiz fux e André Mendonça - se manifestem sobre a questão das escutas.